Quanto dá a gorjeta?

A gorjeta é voluntária e não há regra que fixe quanto deve ser. A página calcula apenas o que dá uma percentagem escolhida por si, em euros e por pessoa.

Os seus dados

€

O valor tal como está na conta, com os impostos já incluídos.

%

Campo livre: não há regra portuguesa para preencher aqui por si. O valor que aparece é um ponto de partida, não uma recomendação.

Para dividir por igual. Se cada um pagar o que pediu, a página certa é a de dividir a conta.

O seu resultado

A pagar—
Gorjeta em euros—
Por pessoa—
Gorjeta por pessoa—
Conta por pessoa—Sem a gorjeta.
Fórmula
Gorjeta = conta × percentagem ÷ 100. Com arredondamento, a diferença até ao euro inteiro soma-se à gorjeta.

Não há percentagem portuguesa

A gorjeta é voluntária e nenhuma regra diz quanto deve ser. Por isso o campo fica aberto e não pré-definido numa escala. Uma calculadora que sugere 18 ou 20 por cento traz para cá um costume americano.

O preço da ementa é, esse sim, o que se paga: o Decreto-Lei n.º 138/90 exige que o preço inclua todos os impostos, taxas e outros encargos repercutidos, «de modo que o consumidor possa conhecer o montante exacto que tem a pagar». A gorjeta vem depois disso.

O couvert está na conta e não é gorjeta

O pão, a manteiga, o queijo e as azeitonas que chegam à mesa são consumos cobrados à parte e aparecem na conta como qualquer outro item. Não são uma percentagem sobre o total nem substituem a gorjeta.

Vale a pena olhar para a conta antes de somar seja o que for: o que já lá está não se conta duas vezes. E se quiser repartir o couvert entre a mesa, é na página de dividir a conta que ele entra, no campo do que foi comum.

Em Portugal, o que define a gorjeta é quem a dá

Esta é a particularidade portuguesa, e é diferente das dos vizinhos. O Código do IRS considera rendimento do trabalho dependente «as gratificações auferidas pela prestação ou em razão da prestação do trabalho, quando não atribuídas pela respetiva entidade patronal».

Repare na dobradiça: a classificação depende de quem paga, não de quem recebe. Na Dinamarca e na Suécia a administração fiscal diz simplesmente que a gorjeta é rendimento tributável de quem a recebe; nos Países Baixos a lei autoriza uma ficção nos dois sentidos; na Noruega o dever de declarar recai sobre o empregador. Aqui, a linha passa entre o patrão e o cliente.

A página fica por aqui: dá a classificação, que foi lida na fonte, e não avança com taxas nem com obrigações declarativas.

O arredondamento sobe até ao euro

O arredondamento faz uma coisa modesta: leva o total ao euro inteiro seguinte. Serve quando a percentagem não dá um valor redondo — 60 € mais 7 por cento são 64,20 € e passam a 65 €, com o que a gorjeta fica em 5 €.

Numa conta que já dá euros certos e sem gorjeta não acontece nada. Para arredondar aos cinco euros, faça-o à mão; a página mostra o que estaria a deixar.

Dividir é outra conta

Esta página divide o total por igual pelo número de pessoas, o que está certo quando todos consumiram aproximadamente o mesmo.

Se houve diferenças, a repartição mais justa é aquela em que cada um paga o que pediu e o que foi comum se divide à parte. Para isso existe a página de dividir a conta.

Perguntas frequentes