Qual embalagem fica mais barata por unidade?

A embalagem maior nem sempre é a mais barata. Introduza o preço e a quantidade de dois produtos; a página converte ambos para a mesma unidade e diz qual sai mais barato, e quanto.

Os seus dados

€

Na unidade que quer comparar: quilos, litros ou metros. 300 gramas são 0,3.

€

A mesma unidade que em A. Quilos comparados com litros dão um número sem significado.

Quanto gasta por ano, na mesma unidade. Deixe a zero se quiser apenas comparar as duas embalagens.

O seu resultado

Resultado—
Preço por unidade A—
Preço por unidade B—
Diferença—Quanto a mais barata fica abaixo da mais cara, medido sobre a mais cara.
Ao fim de um ano—
Por ano com A—
Por ano com B—
Fórmula
Preço por unidade = preço ÷ quantidade. A diferença em percentagem é medida sobre a mais cara das duas.

Porque está o preço por unidade na prateleira

O Decreto-Lei n.º 138/90 obriga a que os géneros alimentícios e os produtos não alimentares postos à disposição do consumidor contenham também o preço por unidade de medida. Nos produtos vendidos a granel indica-se apenas esse preço.

E o valor tem de ser o total: o diploma exige que inclua «todos os impostos, taxas e outros encargos que nele sejam repercutidos, de modo que o consumidor possa conhecer o montante exacto que tem a pagar».

A comida tem duas unidades, o resto tem seis

Esta é a marca portuguesa e não aparece em mais nenhum dos mercados que descrevemos. O artigo 2.º define o preço por unidade de medida como o preço válido para uma quantidade de 1 kg ou 1 l tratando-se de género alimentício, e de 1 kg, 1 l, 1 m, 1 m², 1 m³ ou 1 t tratando-se de produto não alimentar.

Duas unidades para o que se come, seis para tudo o resto. É por isso que o campo acima se chama «quantidade» e não «quilos»: um rolo de tecido compara-se ao metro e um saco de areia à tonelada.

A dispensa portuguesa tem um teto, não só um piso

Vários países dispensam o preço por unidade nas embalagens muito pequenas. Portugal dispensa também as muito grandes: a regra vale para embalagens até 50 g ou 50 ml ou com mais de 10 kg ou 10 l.

Há outras dispensas que vale a pena conhecer, porque explicam prateleiras onde o número não aparece: produtos vendidos à peça, pratos confeccionados na mesma embalagem, produtos diferentes vendidos juntos, e o caso em que o preço por unidade seria idêntico ao preço de venda.

A calda não conta

Quando a lei exige o peso líquido e o peso líquido escorrido, o diploma diz que basta indicar o preço por unidade do peso escorrido. Repare na formulação: é uma permissão, não uma obrigação, ao contrário do que se lê nos textos holandês, italiano, norueguês e polaco.

Para quem compara, a consequência é a mesma: dois frascos avaliados pelo conteúdo com líquido comparam também o líquido.

O que a comparação não vê

A conta conhece preço e quantidade. Se a embalagem grande se estraga antes de acabar, isso não entra — e um quilo mais barato que vai metade para o lixo saiu mais caro.

Também não entram os produtos comprados para uma atividade profissional ou comercial, nem os fornecidos por ocasião de uma prestação de serviços: o diploma exclui-os do seu âmbito, e é por isso que uma ementa não traz preço ao quilo.

Perguntas frequentes